segunda-feira, junho 23, 2014

A Zueira Não Tem Fim


De todos os desejos do ser humano, o mais incessante, é ser feliz! A ativação da endorfina — o hormônio responsável pela sensação de euforia, prazer e alegria é uma busca constante, que vai desde praticar atividades físicas, comer chocolate, tomar café... até rir alto em frente o computador! Antes de alguém completar com “...e fazer sexo!”, faça sua lista, e coloque em prática, okay?!



Além de trabalharem, as pessoas estão na internet para se divertirem: Jogam, curtem os amigos, comentam notícias, fazem e viram piadas, reclamam da vida. Dizem onde estão e o que estão fazendo, filmam e publicam tudo, fazem autofotografia [Freud explica], querem se expressar livremente, querem compartilhamentos  nem que mandem a Presidente da República tomar naquele lugar. Por isso começa a zueira.

O humor hoje virou um ‘produto’ de maior valor agregado de uma empresa! É isso mesmo! Desde os conceitos filosóficos sobre ironia e sátira, passando pela definições de arte, ele vem rompendo limites morais e sociais. Cada vez mais a publicidade bebe nesta fonte para manter as marcas vivas.

E como a 'zueira' não tem limites, cabe as empresas perceberem e encaixarem o humor em suas estratégias de marketing. 

A marca de camisinha Olla vem atraindo cada vez mais seguidores em suas redes sociais por causa de seus 'memes' com mensagens de duplo sentindo. Que arrebatam milhares de likes e compartilhamentos.  



As mídias tracionais como televisão, jornais, revistas, etc., estão convergindo com as mídias digitais. Não tem como resistir a isso —, o mundo está conectado, e, a comunicação com o público dos anunciantes tem que ser integrada às relações sociais para conseguirem engajamento, ou seja, sucesso nas campanhas.  

As pessoas na internet são ‘e-consumidores’ em potencial — são movidos pelas experiências, têm sonhos de consumo de  produtos e serviços que estão nos mercados on-line. Eles querem compartilhar  em suas redes o inusitado! Não perdoam falhas, fazem marcas duelarem. A #ZueiraNeverEnds. 





O mar está tanto para lagosta quanto para Peixe Urbano, não existe a última Coca-Cola do deserto quando o Porta dos fundos pega uma marca e corre para o ataque. Cabe as organizações alinharem suas estratégias de comunicação para o publico-alvo* , que é dividido da seguinte forma:

  • Grande Público
  • Públicos Laterais ou Periféricos
  • Fornecedores
  • Clientes
  • Usuários de produtos
  • Funcionários
  • Formadores de opinião
  
Respondendo ao grande mistério da humanidade: Por que a zueira não tem fim? Porque o mundo precisa de mais humor próprio.

*Público-Alvo Conceito do livro Redação Publicitária. O que faltava Dizer,  de Marco Aurelio Cidade. 

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